quinta-feira, 8 de maio de 2008

Não deu para o Cruzeiro...

O Cruzeiro foi eliminado da Taça Libertadores da América pelo Boca Juniors na noite desta quarta-feira no Mineirão diante de mais de 60 mil torcedores.


O Cruzeiro começou o jogo atacando e o Boca se defendendo como podia. O time celeste criou várias oportunidades de gol mas a defesa do time argentino estava muito bem posicionada.
O Boca começou a contra-atacar aos 30 minutos do primeiro tempo e levou perigo ao gol de Fábio aos 33, quando Riquelme deixou Palácio de frente para o gol, livre de marcação, mas chutou para fora. E aos 36, Palácio acertou um belo chute no ângulo esquerdo do gol de Fábio e fez 1a0 Boca.


Aos 39, Wágner levanta a bola na área para Moreno -que não estava bem na partida- chutar de primeira para fora. Quase no final do primeiro tempo, ápos uma cobrança de escanteio, a bola sobra para Palermo, que sobe mais que o zagueiro Espinoza e marca de cabeça.

Na segunda etapa, o técnico Adílson Batista trocou Guilherme por Marcinho.

O gol do Cruzeiro surgiu aos 11 minutos, quando a bola sobra para Wágner emendar de voleio com a perna direita.



Aos 15, Adílson substitui o lateral direito Jonathan por Apodi. O Cruzeiro continuava pressionando até que, aos 23, Marcelo Moreno recebe a bola e de cabeça completa na trave. Três minutos depois, Adílson faz sua última substituição, colocando o volante Henrique no lugar de Charles. Mas já não dava mais para o Cruzeiro. O árbitro Carlos Chandía apita o fim de jogo e o Cruzeiro estava eliminado da competição.

Texto: Rafael Amaral
Fonte:
http://www.cruzeiro.com.br


Análise
por Rafael Amaral

O Cruzeiro jogou para frente o jogo inteiro. O Boca estava somente na defensiva e quando aparecia alguma oportunidade levava perigo ao gol de Fábio. Os erros da defesa celeste foram determinantes para a eliminação do Cruzeiro.
Já o ataque, estava pior. A falta de pontaria foi impressionante. Muitas chances de gol foram desperdiçadas.
Os melhores jogadores da partida, na minha opinião, foram Wágner e Ramires. Não sei de quanto o Cruzeiro iria perder se esses jogadores não estivessem em campo.
Também não gostei das substituições do Adílson. Ele deveria ter organizado mais a sua equipe para um jogo em que qualquer erro é fatal.



O que valeu a pena assisir foi a torcida celeste que não parou de apoiar nem um minuto e ficou até depois do jogo cantando.


A torcida celeste apoiou o jogo inteiro e mesmo quando o Cruzeiro perdia por 2a0 a torcida gritava "Olé" quando o Cruzeiro trocava passes.



Um comentário:

Carlão Azul disse...

Difícil é ver a imprensa medíocre da capital falar sobre o comportamento exemplar de nossa torcida.

Abração Rafael.

Saudações Celestes
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